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Polícia Civil deflagra operação nacional contra grupo investigado por golpe de “sextorsão” que movimentou R$ 4 milhões

por Plantao190
21 de maio de 2026
em Plantão 190
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Polícia Civil deflagra operação nacional contra grupo investigado por golpe de “sextorsão” que movimentou R$ 4 milhões

(Foto: PCPR/Divulgação)

A Polícia Civil do Paraná deflagrou, nas primeiras horas desta quinta-feira (21), uma operação nacional contra uma organização criminosa transnacional investigada por aplicar golpes de “sextorsão” e movimentar cerca de R$ 4 milhões em apenas dois meses.

A ofensiva acontece simultaneamente em cinco estados brasileiros com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça (CIBERLAB) e das polícias civis do Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Ao todo, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão e cinco de busca e apreensão nas cidades de Santa Maria de Jetibá (ES), Jandaia (GO), São Luís (MA), Ielmo Marinho (RN) e João Pessoa (PB).

Segundo a PCPR, a investigação começou após uma vítima de Palmas, no Sudoeste do Paraná, relatar ter sido enganada por um criminoso que utilizava um perfil falso nas redes sociais com o nome “David Green”. O suspeito se apresentava como médico oncologista em missão de paz da OTAN na Síria.

Conforme as investigações, o autor conquistou a confiança da vítima ao prometer casamento e, durante o relacionamento virtual, conseguiu obter fotos e vídeos íntimos.

Posteriormente, passou a exigir dinheiro alegando despesas com passagens, multas e supostos problemas envolvendo transporte de ouro na Áustria e no Brasil. Quando a vítima desconfiou do golpe e afirmou não possuir mais dinheiro, o criminoso passou a ameaçar divulgar o material íntimo caso não recebesse novos pagamentos.

O prejuízo da vítima ultrapassou R$ 60 mil.

De acordo com o delegado Kelvin Bressan, a investigação identificou uma estrutura criminosa dividida em núcleos. O grupo estrangeiro, ligado a números telefônicos da Nigéria, era responsável pela abordagem, manipulação emocional e extorsão das vítimas. Já o núcleo brasileiro atuava na lavagem de dinheiro, utilizando contas bancárias de terceiros e conversão dos valores em criptoativos.

A Polícia Civil identificou pelo menos 20 vítimas espalhadas em diversos estados brasileiros.

Os investigados poderão responder por extorsão majorada, organização criminosa transnacional e lavagem de dinheiro, com penas que podem ultrapassar 20 anos de prisão.

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