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Home Curitiba

Casos de dengue caem 94% em Curitiba em 2026

por Jéssica Frigério
27 de abril de 2026
em Curitiba, Notícias
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Anvisa aprova nova vacina contra a dengue

FOTO: CANVA

Pelo segundo ano consecutivo, dados da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) mostram redução nos casos de dengue no município. Até agora, 2026 apresentou uma redução de 94% dos casos de dengue em relação ao mesmo período no ano anterior e uma redução de 99% em comparação ao mesmo período de 2024.

De 1 de janeiro a 15 de abril de 2026, foram registrados 62 casos de dengue. Em 2025, no mesmo período do ano, foram registrados 999 casos e em 2024 haviam sido 7.093 casos.

A taxa de incidência da dengue, calculada a cada 100 mil habitantes, também mostra retração da doença. Em 2024, a taxa de incidência da dengue era de 905 a cada 100 mil habitantes. Em 2025 caiu para 91 a cada 100 mil habitantes e em 2026 está, atualmente, em 19 a cada 100 mil habitantes.

Além da redução da taxa de incidência e do número de casos, não houve registro de mortes pela doença em Curitiba, em 2026, até o momento. Em 2025, também não havia sido registrada nenhuma morte. Em 2024, ocorreram oito óbitos durante o ano, sendo quatro até 15 de abril daquele ano – período de maior sazonalidade da doença, com concentração de casos.

Para a secretária municipal da Saúde de Curitiba, Tatiane Filipak, estes resultados são fruto de um trabalho intenso, liderado pelo prefeito Eduardo Pimentel, com articulação do setor público e envolvimento da sociedade civil e com a contribuição da ação individual de cada cidadão.

“Sob a gestão do prefeito Eduardo Pimentel, nós temos trabalhado de forma intersetorial com todas as secretarias e temos envolvido a sociedade civil e a população. Os resultados são reflexo de tudo isso”, disse.

Além da redução de casos, os dados da SMS mostram também redução no número de focos do mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

Em 2026, foram contabilizados, de 1 de janeiro a 15 de abril, 519 focos do Aedes aegypti. No mesmo período em 2025, eram 1.688 e em 2024 eram 2.028. Ou seja, 2026 registra uma redução de 69% do número de focos em relação ao ano anterior e uma redução de 74% na comparação com o número de focos de 2024.

Cuidados devem ser mantidos

Mesmo com o resultado positivo, a secretária alerta que a indicação é manter os cuidados.

“Mesmo com a queda da temperatura agora no outono e inverno não podemos baixar a guarda. O ovo do Aedes aegypti pode ficar latente por até 450 dias em ambientes secos, aguardando o contato com a água para desenvolver”, explica.

Além disso, a secretária lembra que há a previsão de formação do fenômeno meteorológico El Niño para o fim de 2026 e para o próximo ano, o que pode impactar nas reduções alcançadas até aqui.

“Não podemos relaxar, temos que nos preparar para o próximo ano, que terá previsão de chuva e calor, que propicia ambiente ideal para a proliferação do mosquito”, pontua.

Estratégia

A Prefeitura mantém um trabalho contínuo para combater o mosquito Aedes aegypti. Por meio do Programa Municipal de Controle do Aedes, da SMS, equipes atuam em diversas frentes para reduzir os riscos à população.

Entre as ações realizadas estão o mapeamento de áreas com maior risco, visitas a residências, inspeções em locais estratégicos e o uso de armadilhas para monitorar a presença do mosquito.

O programa também promove a eliminação de criadouros e, quando necessário, aplica medidas de controle seguindo normas técnicas. Em situações de maior risco, são feitas ações rápidas para evitar a transmissão das doenças, com delimitação de áreas afetadas.

A Prefeitura mantém, ainda, um cronograma de mutirões de recolhimento de entulhos e investe em novas tecnologias, como as EDLs (estações disseminadoras de larvicida) e o programa técnico-científico para o uso de Wolbitos (mosquitos com a bactéria Wolbachia, que impede a transmissão da dengue).

Desde 2025, o município passou a disponibilizar pelo SUS a vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, seguindo a orientação do Ministério da Saúde. E em 2026, a vacinação foi ampliada para agentes de combate às endemias e agentes comunitários de saúde, além dos profissionais que atuam nas Unidades de Atenção Primária das regiões de maior risco para a doença: Tatuquara, Bairro Novo, CIC e Cajuru.

A Prefeitura de Curitiba também investe em campanhas educativas e mobilização da comunidade, com mutirões e orientações à população sobre como prevenir a proliferação do mosquito.

Ações de combate à dengue em Curitiba

  • Plano Municipal de Enfrentamento da Dengue e outras Arboviroses para os anos de 2025 e 2026: instituído pelo Decreto 853/2025 e lançado pelo prefeito Eduardo Pimentel em 12 de março, prevê o papel e as responsabilidades de cada secretaria e órgão da Prefeitura de Curitiba no controle e combate ao mosquito Aedes aegypti e prevenção da doença.
  • Mutirões: em 2025, as secretarias municipais do Meio Ambiente e da Saúde realizaram 66 mutirões, com o recolhimento de 412 toneladas de resíduos. Em 2026, até o momento, foram 18 mutirões realizados e 167 toneladas de entulhos recolhidos.
  • Armadilhas: para o monitoramento da presença do Aedes, a SMS instalou quase 2 mil armadilhas (638 ovitrampas e 1329 mosquitraps) por toda a cidade, que são vistoriadas semanalmente. Em 2025, a estratégia passou a incluir também 1,2 mil  EDLs (estações disseminadoras de larvicida).
  • Drones: utilizados para inspecionar terrenos de difícil acesso, empresas de grande extensão, área externa de imóveis fechados, entre outras situações. A foto do drone pode servir de prova no processo de apuração da responsabilidade do cidadão, que poderá ser autuado e multado e, caso não atenda a notificação pra limpeza do terreno, o município poderá realizar a limpeza do terreno e depois cobrar os custos do cidadão por meio de inscrição em dívida ativa.
  • Robô Notificador: Para dar agilidade às equipes de saúde no processo de notificação de casos de dengue, a SMS passou a utilizar o apoio de robô notificador, que coleta as notificações realizadas no sistema e-saúde e faz a digitação dos dados no sistema oficial do Ministério da Saúde.
  • Bloqueio de transmissão de casos com a vistoria nos imóveis num raio de 150 metros a partir do endereço do caso confirmado ou suspeito.
  • Aplicação de adulticida (veneno para matar o mosquito adulto) em locais com alta transmissão de casos.
  • Varreduras casa a casa nas áreas de maior índice de infestação do Aedes aegypti para remoção e tratamento químico de depósitos e criadouros, bem como orientação aos moradores e responsáveis pelos imóveis.
  • Atuação permanente de 108 Agentes de Combate às Endemias, responsáveis pelo trabalho de campo da dengue, com o apoio dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e técnicos da Vigilância Sanitária.
  • Parceria com sociedade civil e envolvimento intersetorial.
  • Atividades educativas para a população.
  • Campanha publicitária, veiculada em todos os equipamentos urbanos e formatos de mídias.
  • Vacinação: desde 2025, o município passou a disponibilizar pelo SUS a vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, seguindo a orientação do Ministério da Saúde. E em 2026, a vacinação foi ampliada para agentes de combate às endemias e agentes comunitários de saúde, além dos profissionais que atuam nas Unidades de Atenção Primária das regiões de maior risco para a doença: Tatuquara, Bairro Novo, CIC e Cajuru.
  • Wolbitos: um programa técnico-científico entre a Prefeitura e a Wolbito do Brasil, assinado em abril de 2026, permitirá que o município receba wolbitos (mosquitos com a bactéria Wolbachia, que impede a transmissão da dengue). O programa técnico-científico será realizado no bairro Sítio Cercado. A primeira etapa do programa prevê um período de engajamento comunitário com a população local, com ações educativas e orientações sobre a tecnologia e as atividades previstas no bairro. Só após isso é marcada a liberação dos wolbitos.  
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