A defesa de Edison Brittes enviou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta terça-feira (21), o pedido de soltura do réu.

O pedido de soltura veio após a anulação do julgamento da sessão da 1ª Câmara Criminal ocorrido em 20 de maio deste ano. Pela decisão do Tribunal de Júri do Paraná, a ida dos réus a júri popular terá que ser julgada novamente, pois a anulação do julgamento do dia 20 de maio, ocorreu por questões processuais. Isso levou a defesa a pedir a soltura de Edison Brittes por excesso de prazo, assim o réu poderia aguardar em liberdade enquanto o julgamento ainda não é refeito.

Sete pessoas estão envolvidas no processo, porém Edison Brittes é o único que ainda segue preso.

Relembre o caso

O assassinato de Daniel Freitas aconteceu após a festa de aniversário de 18 anos de Allana Brittes, filha de Edison, que começou em uma casa noturna de Curitiba, na noite de 26 de outubro de 2018, uma sexta-feira, e continuou na casa da família Brittes, em São José dos Pinhais.

De acordo com as investigações, foi na casa que Daniel começou a ser agredido, antes de ser levado a um matagal.

O jogador, conforme concluiu o inquérito da Polícia Civil, foi agredido e morto após ter sido flagrado por Edison Brittes deitado na cama de Cristiana. Antes do crime, Daniel enviou mensagens e fotos a um amigo, em que aparecia deitado ao lado de Cristiana enquanto ela dormia.

No inquérito, a Polícia Civil concluiu que não houve tentativa de estupro por parte do jogador contra Cristiana. Os laudos do Instituto-Médico Legal (IML) e da Polícia Científica, apontaram que Daniel foi morto pelas facadas que recebeu no pescoço.

Em fevereiro, a Justiça determinou que Edison Brittes e os outros seis réus sejam levados a júri popular. O julgamento não tem data para ser realizado.

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