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Conhecida por ter trazido a primeira receita do famoso doce inglês para a capital paranaense em meados dos anos 2000, Renatta agora vai focar na produção dos torrones artesanais

Quando se fala sobre Banoffi em Curitiba, é praticamente inevitável que o nome de Renatta Ferian seja lembrando. A confeiteira é conhecida por ter trazido para a capital paranaense em meados de 2002 a receita da torta de origem inglesa que, à época, era um doce desconhecido dos curitibanos. Quase 20 anos depois, a sobremesa se difundiu pela cidade, sendo encontrado facilmente em diversos tipos de estabelecimentos. Agora, Renatta quer repetir o feito com outro produto: o Torrone.

“Eu estava querendo lançar um novo produto que pudesse ser vendido para todos os cantos do Brasil sem uma preocupação da refrigeração, como é o caso da Banoffi. Um belo dia, minha grande amiga Dete, que voltava de uma viagem pela Europa, nos trouxe uma lembrança: três torrones enormes”, conta Renatta. O presente despretensioso da amiga se tornou fonte de inspiração e uma pitada de saudosismo para a confeiteira: novamente, ela estava em frente a um produto pouco conhecido e explorado no Brasil.

Os torrones foram devorados rapidamente por ela e pelo marido, o chef Délio Canabrava. Mas a ideia continuava firme na cabeça de Renatta. “Fui atrás para descobrir a receita e me deparei com um mundo de possibilidades: amêndoas, avelãs, pistaches, casca de laranja, frutas vermelhas e vários outros sabores. No dia primeiro de abril deste ano, fiz minha primeira receita. De lá pra cá, foram inúmeros testes e várias surpresas agradáveis. É um produto que me surpreende quase todo dia”, ressalta.

E foi assim que nasceu a Torroneria Curitibana por Renatta Ferian, a primeira empresa especializada em torrones artesanais no mercado curitibano. “Dia desses ouvi uma história dizendo que é mais fácil cair um raio num lugar onde ele já tenha caído anteriormente. Será? Veremos daqui 18 anos se teremos toda Curitiba e o Brasil fazendo torrones espetaculares assim como aconteceu com a minha Banoffi!”

FOCO NO VAREJO

A ideia de Renatta é fazer com que os torrones tenham uma grande capilaridade em diferentes frentes do varejo. “Queremos que o nosso torrone esteja presente em supermercados, empórios, restaurantes, cafeterias e até em posto de gasolina, se for o caso. Meu plano é fazer com que esse produto ganhe escala em nível Brasil”, explica. Mas antes de alçar voos pelo território nacional, a confeiteira quer conquistar primeiramente a capital paranaense. “Depois que os meus torrones estiverem consolidados em Curitiba, daí sim começo a dar passos maiores”, destaca Renatta.

Mas para quem já quiser garantir o seu torrone, é possível encontrar o produto em pontos de venda autorizados, que podem ser consultados nas redes sociais da Torroneria Curitibana. Além disso, é possível comprar através do site oficial (torroneriacuritibana.com.br) e receber em casa.

SABORES

A base da receita do torrone leva mel, açúcar, claras em neve e o insumo que dará sabor ao doce. “Leva um dia para ficar pronto e no ponto para ser embalado. Fiz questão de fazer do mesmo jeito que é feito na Europa, com muitas castanhas, garantindo um sabor incrível”, detalha Renatta. Para o lançamento, serão três sabores: Pistache 70% (com 30% de Amêndoa), Amêndoa ou Misto (Amêndoa, Avelã e Pistache). São dois tamanhos, de 45g e 90g. O preço unitário dos torrones variam de R$ 10 a R$ 23, mas podem ser diferentes para quem comprar para revender. “Vamos começar com esses três, que certamente serão o nosso carro chefe. Mas pretendo lançar novos sabores nos próximos meses e ir testando a aceitação”, destaca Renatta.

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