(Foto: BPMOA/PMPR)

Equipes de resgate do Corpo de Bombeiros com apoio da equipe médica do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), trabalharam incansavelmente no início da tarde deste domingo (27), para salvar a vida de um homem de 30 anos que se afogou na praia de Caiobá.

O homem se afogou e ficou aproximadamente 10 minutos submerso até ser resgatado e trazido até a praia sem sinais vitais. As equipes iniciaram a massagem cardíaca com intuito da vítima reagir. O trabalho de reanimação e estabilização durou quase 2 horas.

O homem foi encaminhado em estado gravíssimo com afogamento grau 6, de helicóptero até o Hospital Regional de Paranaguá.

Nos últimos 4 dias, a equipe do BPMOA foi acionada 25 vezes para ocorrências tanto de remoções aeromédicas quanto apoio em situações de resgate. Deste 25 acionamentos, 4 resultaram em cancelamento por verificação de situação controlada no local.

Somente no litoral do Paraná, foram registrados 10 atendimentos. Uma das vítimas de 60 anos, sofreu afogamento grave, grau 6 em parada cardiorrespiratória, após ficar submerso na água e ser retirada por guarda vidas. Ele não resistiu ao seu quadro clínico mesmo após mais de 1h de protocolos de reanimação cardiorrespiratória pelas equipes médicas.

Entenda o grau de afogamento

  • Resgate ou grau 0: Vítima resgatada ainda no período iminente de afogamento apenas na fase de agitação.
  • Grau 1: Vítima ainda no período inicial do afogamento apresentando apenas discreta aspiração aquosa, sem alteração na ausculta pulmonar e sem sinais de insuficiência respiratória.
  • Grau 2: Vítima com aspiração de leve a moderada quantidade de líquido. Apresenta tosse com pouca espuma, ausculta com presença de estertores, porém sem repercussões hemodinâmicas.
  • Grau 3: Vítima com aspiração de moderada a grande quantidade de líquido. Quadro clínico sugestivo de insuficiência respiratória aguda, devido ao edema agudo de pulmão. Pode apresentar cianose central e periférica, dispneia, tosse com grande quantidade de espuma, estertores de alta intensidade. Apresenta pulso periférico presente.
  • Grau 4: Apresenta mesma clínica da vítima do grau 3, porém com repercussão hemodinâmica e sinais de choque como hipotensão, ausência de pulso periférico, má perfusão capilar.
  • Grau 5: Vítima muito grave já com sinais de parada respiratória, cianose, flacidez muscular. Nesse estágio ainda apresenta pulso central.
  • Grau 6: Vítima em parada cardiorrespiratória, inconsciente, em apneia ou gasping e sem presença de pulsos arteriais centrais.

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