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Um adolescente, de 17 anos que foi reconhecidos por familiares de uma vítima de latrocínio, havia sido apreendido por porte ilegal de arma de fogo duas semanas antes de cometer o latrocínio, porém o adolescente foi liberado em seguida.

No último sábado (31) um médico infectologista, de 60 anos, foi morto durante um assalto no píer da praia do Perequê em São Paulo. A família havia acabado de almoçar em um restaurante na orla quando resolveram andar no pier para apreciar a vista. Eles foram abordados por dois marginais armados que roubaram pertences da família. Depois do roubo, um dos marginais atirou em direção as vítimas, onde um dos disparos atingiu o médico no peito. O médico não resistiu ao ferimento e morreu. Os marginais fugiram em uma moto.

Na delegacia os familiares que estavam junto no momento do roubo apontaram por fotografias um adolescente como autor dos disparos. As três testemunhas apontaram para o mesmo indivíduo sem terem comunicação entre si.

O adolescente apontado pelas vítimas, tem 17 anos e foi apreendido pela Guarda Civil Municipal em 17 de julho, duas semanas antes do latrocínio, e foi apreendido com uma pistola calibre 22.

A arma foi apreendida e como o adolescente estava com a mãe e um advogado, ele foi liberado logo que o boletim de ocorrência foi registrado. Ele foi liberado baseado no Artigo 174 do Estatuto da Criança e do Adolescente que diz “comparecendo qualquer dos pais ou responsável, o adolescente será prontamente liberado pela autoridade policial, sob termo de compromisso […] exceto quando, pela gravidade do ato infracional […] deva o adolescente permanecer sob internação para garantia de sua segurança pessoal ou manutenção da ordem pública”.

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