Uma mulher foi agredida e torturada pelo próprio companheiro, com quem mantinha um relacionamento há mais de 10 anos.

Segundo informações, durante o último final de semana, o homem teria ido buscá-la no trabalho e durante o trajeto até em casa ele começou a bater nela dizendo que ela o estava traindo, o que segundo a vítima não aconteceu.

Ele a todo momento pedia o nome do suposto amante e deu tapas, murros, puxões de cabelo, e foi até arremessada contra o painel do carro. Ele foi até um matagal, parou o carro e começou a torturá-la. Ela foi cortada com um pedaço de osso de animal e também com um pedaço de cerâmica de vaso sanitário. Depois foi obrigada a mastigar cacos de vidro. A tortura durou cerca de uma hora.

Depois, no retorno para casa a mulher pediu para ir em um hospital porque estava passando mal. O homem chegou a passar na frente do hospital mas mudou de ideia e acelerou o veículo. Neste momento ela saltou do carro em movimento e pediu ajuda no hospital.

Ela foi socorrida e a Polícia Militar foi acionada. Os policias fizeram buscas e encontraram o agressor na casa da mãe dele. Ao receber voz de prisão ele resistiu e foi necessário uso de algemas para contê-lo. Ele foi encaminhado para a delegacia e segue detido no 10° Batalhão da Polícia Militar de Montes Claros.

Um fato que chama a atenção é que ele é um policial militar reformado que responde um processo de expulsão da PM. O motivo da expulsão não foi divulgado.

Ele já tinha histórico de agressões contra a vítima, com quem estava junto há 10 anos. Em 2012 ela havia pedido até medida protetiva contra ele.

O caso foi registrado em Montes Claros, Minas Gerais.

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