O advogado Igor José Ogar conseguiu a liberdade de seu cliente, o soldado Fernando Lemos, nesta semana.

O advogado de defesa explicou que Fernando, em 2017 quando o crime foi registrado, tinha apenas 18 anos, era um rapaz simples, e foi usado pela esposa do policial militar que queria sua morte.

Karla Fernanda Menezes, tinha 33 anos, e arquitetou a morte do marido, o policial militar Marcos Rodrigues Ferreira, 40 anos.

O advogado relatou que Fernando foi extremamente manipulado por Karla para que o crime acontecesse, e no dia 26 de julho de 2017 o soldado do exército foi até a casa onde estava ambos e tentou forjar um latrocínio, matando Marcos a tiros e levando dinheiro e o carro.

Após denúncias anônimas, a polícia chamou Karla para prestar depoimento e ela confessou o crime e ainda disse que tinha um relacionamento extraconjugal com o militar do exército.

Karla foi condenada em 2019 a 21 anos de reclusão. Já Fernando havia sido condenado a 15 anos e seis meses, mas após 2 anos presos, esta semana ganhou a liberdade.

Ele ganhou a condição de homicídio privilegiado, que é quando é praticado sob o domínio de uma compreensível emoção violenta, compaixão, desespero ou motivo de relevante valor social ou moral, que diminuam sensivelmente a culpa do homicida.

Karla continua presa.

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