Uma travesti que era suspeita de envolvimento na morte do consultor de moda Walter Machado, 41 anos, se apresentou na Divisão de Homicídios acompanhada de dois advogados na tarde desta sexta-feira (3).

Ela confessou o crime e relatou que houve um desacordo comercial com Walter relacionado a um programa que ele teria feito com ela. Eles discutiram na Avenida Getúlio Vargas quase esquina com Rua Lamenha Lins, no bairro Rebouças em Curitiba, e a travesti relatou que começou a ser agredida por Walter e utilizou uma navalha para desferir um golpe na região do pescoço. Na seguida ela entrou em um carro, saiu do local e jogou a navalha pela janela do veículo na madrugada de sábado (28).

Os moradores de rua teriam se aproveitado da situação para pegar a carteira e celular de Walter, fazendo com que ele fosse atrás dos dois, que acabaram fugindo. Em seguida, Walter perde as forças e retorna para o carro, onde acabou morrendo.

Como não houve flagrante, a travesti prestou depoimento e foi embora acompanhada dos advogados. De acordo com o advogado de defesa Elias Bueno, ele informou que sua cliente foi agredida por Walter e utilizou a navalha para se defender, e que não tinha intenção de mata-lo.

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