A Polícia Civil do Pará em uma ação conjunta com a Polícia Civil de Santa Catarina, prendeu um dos passageiros que estava no ônibus que se envolveu em um acidente trágico na BR-376 na última segunda-feira (25), na descida da serra do mar em Guaratuba. O acidente deixou 19 mortos e 31 feridos.

O passageiro era foragido da Justiça e viajava discretamente com o grupo no ônibus. Ele estava com mandado de prisão em aberto por roubo com arma de fogo, ocorrido em agosto de 2020, na cidade de Marapanin, no Pará.

O mandado de prisão foi expedido pela Vara Criminal da Comarca de Marapanim, em outubro de 2020. A prisão ocorreu nesta quinta-feira (28), em Itapema, no estado de Santa Catarina, após trabalho investigativo da Polinter. O foragido foi preso ao receber alta do hospital.

Segundo a Polícia Civil, o homem estava foragido da Justiça e foi preso após ser reconhecido na lista dos 53 passageiros do ônibus de turismo que saiu de Ananindeua (PA), na noite de sexta-feira (22), e capotou na BR-376, em Guaratuba, no litoral do Paraná, na manhã da segunda-feira (25).

“A Polinter atua em diversas frentes de trabalho e uma delas é a relação de comunicar e investigar as ordens judiciais que estão em aberto. Neste caso, consegui de forma efetiva nos comunicar com as autoridades policiais do Paraná e dar cumprimento ao mandados”, destacou o delegado Eloi Nunes, titular da Polinter.

O CRIME

Em setembro de 2020, o indiciado na companhia de mais dois suspeitos, entraram em uma residência de veraneio no distrito de Marudá. Segundo a denúncia, o trio invadiu a casa e com uso de arma de fogo e ameaças, roubaram pertences dos proprietários e familiares que estavam no local.

A Polícia Interestadual atua vinculado à Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE) e tem por finalidade manter a comunicação entre a Polícia Civil do Pará e órgãos policiais da União e demais estados. Entre as principais demandas do órgão, destacam-se os cumprimentos de mandados de prisão, análises de dados, localização para a realização de diligências e capturas de acusados, assim como aplicar a execução das cartas precatórias judiciais vindas de outros estados.

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